- Não há regra. Se ele não fizer uma sessão, não vai ficar eliminado da vida. O Adriano pagou a cirurgia, foi operado num hospital usando plano de saúde próprio. Não tem vínculo. Só estamos dando satisfação, nenhuma cobrança - disse o médico.
Runco, porém, admite que, se as faltas se tornarem rotina, o caso será transmitido para a presidente Patricia Amorim, que vai decidir se o clube desiste da tentativa de recuperar o jogador.
- O que o Flamengo pode fazer se ele não cumprir o cronograma? O clube está oferecendo simplesmente a estrutura e os profissionais. A única coisa que o Flamengo poderia perguntar é se ele quer deixar o clube. Se não vem, é problema dele. O Flamengo está sendo uma casa de aluguel. Quando o inquilino não paga o aluguel, ele continua morando. Se ele faltar, a gente vai dizer, e a diretoria vai definir a atitude que irá tomar - disse.
Na reunião desta terça-feira, realizada na sala do departamento de futebol, ficou decidido que o jogador entrará numa nova fase da recuperação da cirurgia do tendão de Aquiles do pé esquerdo, realizada por Runco no dia 13 de abril.
- Tivemos uma reunião com o Adriano, com o Zinho e com o Paulo Coutinho (vice de futebol), porque o Adriano entra numa segunda etapa da reabilitação, e nessa segunda etapa vai precisar estar mais presente em termos do trabalho. Vai trabalhar em dois turnos, em alguns dias um turno. A conversa foi nesse sentido - explicou Runco.
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